sábado, 7 de março de 2009





quinta-feira, 5 de março de 2009

A Aprendizagem do Ator Contemporâneo


O Ser do Teatro



“Há um vasto material cientifico que temos de procurar não só entender como também incorporar, de algum modo, à nossa compreensão e ao nosso trabalho.”
Robert Lewis

(...).


Ortega y Gasset diz que o ser da coisa é a estrutura que lhe permanece debaixo das modificações concretas e visíveis; o ser da coisa está ali, coberto por ela, oculto, latente. Advém daí a necessidade de dês-ocultá-lo, descobri-lo e tornar patente o latente.
Como ator, fui durante longo tempo submetido a dar voltas em torno da coisa teatro. Demorou demasiado para vislumbrar-lhe o âmago. Lembro-me em 1967, quando recém chegado a São Paulo, vindo do interior, participava de um grupo de jovens que ensaiava no palco do então teatro de arena. Um dia, durante um dos ensaios, com todos os atores tentando compenetrar-se ao máximo nos seus papéis, eis quando, de repente, passa o Sr. Boal por nós, olha de relance o que estávamos fazendo e sai murmurando: “não é nada disso!”. Não sei se todos ouviram a curta frase. Carreguei-a comigo um longo e penoso tempo. Foi um dolorido parto até o momento de entender o seu significado, pois era a constatação fria e amarga de que, por mais de quinze anos eu havia passado fazendo teatro sem ter captado a sua essência. É tempo perdido demais.
Comparo essa primeira etapa da minha vida no teatro, que começou a desmoronar justamente a partir daquela pequena frase explosiva, com o relato de chaikin, em sua peregrinação desde os teatros escolares e os cursos e peças das quais participou em Nova York, até às representações no papel de Galy Gay, do texto de Brecht “Man is Man”. Num determinado momento da peça a personagem se vira para a platéia e pergunta: “Quem sou eu?”. Chaikin segreda que esse momento da representação passou a incomodá-lo profundamente, dando-lhe aos poucos a consciência mais clara da responsabilidade de vir para uma platéia e falar diretamente para as pessoas que ali estavam, revelando que até então ele tinha dito a essas platéias coisas em que ele não acreditava.
Não gostaria hoje que os jovens que começam perdessem tanto tempo quanto eu perdi, na periferia da área de sua escolha.
O ser do teatro está ali, plantado, latente. Temos que continuamente dês-ocultá-lo, descobri-lo e tornar patente esse ser latente.

(...).



(Extraído do livro “A Aprendizagem do Ator” de Antônio Januzelli, Janô. Editora Ática 1996.).

domingo, 1 de março de 2009

Vocabulário Básico de Teatro:



1) Ação (1): tudo que acontece numa peça de teatro, tudo o que fazem os personagens.
2) Ação (2): manifestação de uma causa. Movimento. Batalha. Feito. É a exposição animada do discurso. Ato. Desempenhar papéis. Desenvolver ações.
3) Ação exterior: pose ou gesto do ator visível para o espectador.
4) Ação interior: o ato de sentir (do ator) é uma ação interior.
5) Acessórios: complemento do figurino.
6) Ademanes: movimentos (principalmente das mãos.). Para exprimir idéias acenos, gestos, sinais, trejeitos. Gestos afetados, amaneirados.
7) Alegorias: exposição de um pensamento sob forma figurada. Ficção que representa uma coisa para dar idéia de outra.
8) Antagonista: personagem que se opõe à ação da personagem protagonista.
9) Aparte: comentário feito por um personagem, supostamente não ouvido pelos demais que estão em cena. O aparte pode ser dado diretamente à platéia ou na forma de uma fala do personagem para si mesmo.
10) Arena: área central, coberta de areia nos antigos circos romanos, onde combatiam os gladiadores e as feras. Espaço central do circo onde se exibem os artistas; picadeiro. Palco nos teatros de arena.
11) Ato: ação. Cada uma das partes em que se divide a peça de teatro.
12) Ator: (fem. Atriz.): agente do ato. O que representa em peças teatrais, filmes, etc. Artista. (agonista.).
13) Bambolina: cortina curta de pano preto ou lona pintada, suspensa paralelamente à boca de cena. Impedem que o público veja o teto do palco e quando pintadas e recortadas, podem dar a impressão de copas de árvores, por exemplo.
14) Bife: trecho longo de texto a ser enunciado por um único ator.
15) Caco: pequena improvisação verbal feita pelo ator durante o espetáculo, podendo visar o efeito cômico ou simplesmente superar uma situação de erro.
16) Cacoete: contrações repetidas e involuntárias dos músculos.
17) Caricatura: personagens de características simples; possui apenas uma qualidade ou apenas uma idéia!
18) Catarse: purgação. Purificação. Liberação de pensamentos, idéias, que estavam reprimidos no inconsciente, seguindo-se alivio emocional.
19) Cena: o palco teatral. 2. no palco, o principal espaço de representação. 3. a arte dramática. 4. cada uma das situações ou lances no decorrer de uma peça, filme, novela, romance, etc. 5. acontecimento dramático ou cômico.
20) Cena: o termo cena, no discurso do teatro vem sendo empregado para designar diversos aspectos dramáticos do cenário, do cenário, do espaço cênico e do palco: divisão do ato da peça teatral, momento de uma peça.
21) Cenário animado: é aquele que é construído pelos atores com o corpo.
22) Cenário: conjunto de elementos organizados no espaço cênico (palco), representando o lugar, ou lugares, onde acontecem as ações dramáticas interpretadas pelo ator que representa uma peça.
23) Cenário: lugar onde decorre a ação, ou parte da ação, de peça, filme, romance, etc.
24) Cenarista: cenógrafo.
25) Cênico: relativo à cena.
26) Cenografia: arte de projetar cenários.
27) Cenógrafo: especialista em cenografia. Cenarista.
28) Cenotécnico: individuo responsável pela confecção e montagem de cenários.
29) Ciclorama: o ciclorama é uma espécie de tela semicircular geralmente azul clara, que é suspensa no fundo do palco para dar a impressão de infinito. Sua tonalidade pode ser alterada através de jogos de luz.
30) Clima: no decorrer da representação de uma peça teatral, as personagens atuam expressando um sentimento: angústia, revolta, amor, etc., criando um clima ou atmosfera.
31) Clímax: o ponto culminante de uma peça teatral.
32) Clímax: o ponto culminante do conflito.
33) Clown: palhaço. Personagem do teatro inglês cuja função é provocar o riso.
34) Comédia: satiriza os excessos, a dissipação, a falsidade, o embuste, os sentimentos mesquinhos. Avesso da tragédia. Para fazer rir.
35) Comediógrafo: autor de comédia. Poeta cômico.
36) Concentração: habilidade de manter fixado num ponto (imagem, objeto, pessoa ou tema.) sem desviar a atenção.
37) Confidente: personagem que serve de recurso dramático para a revelação ao público dos sentimentos ou da subjetividade intima da protagonista ou outra personagem de maior importância.
38) Conflito Dramático: conflito dramático é a marca da ação e das forças opostas do drama. Há conflito toda vez que duas ou várias personagens tem atitudes, idéias ou visão do mundo opostas: Amor/ódio, Opresor/Oprimido, etc.
39) Conflito: relação mais ou menos tensa entre personagens; e elemento fundamental da representação teatral.
40) Construção dramática: mostra a sucessão dos acontecimentos rapidamente e sem interrupção. Com isso a peça é animada por um dinamismo interno, fascinando o espectador, atraindo-o pela ação.
41) Construção: na construção de uma peça, a primeira tarefa do ator é a construção do personagem que deverá interpretar. Para construir a personagem, o ator deve estudá-la quanto à personalidade, ao físico, a posição social, etc., e para isso se faz geralmente uma biografia da mesma.
42) Continuidade: uma ação ou sucessão de ações (cena.). Deve desenvolver-se em três fases: principio, meio e fim, isto é, é preciso que haja o desenvolvimento continuo da ação, sem afastamento da linha cênica.
43) Coreografia: arte de compor bailados ou de anotar, sobre o papel, os passos e figuras deles. A arte da dança. Coreográfico.
44) Coreógrafo: especialista em coreografia.
45) Corista: cada um dos membros dos coros teatrais. Vedete de teatro de revista.
46) Coro: no teatro clássico, conjunto harmônico dos atores que como representantes do povo junto aos personagens principais, declamando e cantando, narra a ação, comentam-na e freqüentemente nela intervém com ponderações e conselhos.
47) Coxias: espaço lateral do palco que não deve ser visto pelo público.
48) Deixa: qualquer indicação visual ou sonora que permite ao ator identificar o momento de entrear, falar ou agir em cena.
49) Diretor: determina as linhas de interpretação dos atores e planeja a ação cênica, cordenando-a com os cenários, os figurinos, a luz, os efeitos sonoros, a música, a dança e outros elementos.
50) Drama: peça teatral em que o cômico se mistura com o trágico. Episódio comovente ou patético!
51) Dramalhão: peça ou filme medíocre e cheio de lances trágicos.
52) Dramático: relativo a drama. Que representa dramas. Comovente, patético. – dramaticidade.
53) Dramatizar: dar a forma de drama. Tornar ou procurar tornar dramático.
54) Dramatizar: tornar interessante ou comovente como o drama.
55) Dramaturgia: arte dramática. Teatro. Arte e técnica de compor peças teatrais.
56) Dramaturgo: autor de drama. Teatrólogo.
57) Elenco: (do grego: Elenkos.). Conjunto de artistas que formam ou trabalham em companhia artística.
58) Empatia: tendência para sentir o que sentiria, se estivesse em situação vivida pelo personagem em cena.
59) Empostação: (ou impostação.). Colocação e projeção da voz.
60) Entreato: qualquer tipo de entretenimento como sketches, números musicais e circenses – encenado entre os atos de uma peça maior.
61) Épico: respeitando à epopéia e aos heróis, fora do comum, extraordinário.
62) Espaço cênico: espaço concretamente perceptível pelo público e que consiste em cada uma das unidades de ação de uma peça. Lugar onde as personagens se movimentam: palco, estrado, tablado, etc.
63) Espaço cenográfico: espaço que engloba o espaço cênico e o dos espectadores; define-se pela relação entre os dois e pela maneira como a sala (a platéia) percebe a cena e esta se manifesta ao público.
64) Espaço dramático: lugar implícito ou descrito no texto, no qual se desenrola a ação ou parte dela, e que permite ao espectador construí-lo pela imaginação.
65) Espaço lúdico: espaço criado pelo jogo da interpretação do ator em cena, composto por seus gestos ou palavras, sua evolução dentro do elenco. Espaço gestual.
66) Estereótipo: Fixo. Inalterável. Copiar um personagem segundo um modelo padrão de comportamento.
67) Estilo: uso. Costume.
68) Fábula: a fábula é uma história mítica ou inventada. Na obra teatral, é material, ou fonte, de onde o dramaturgo tira os fatos e as personagens para sua criação dramática.
69) Fantástico: (do lat. Phantastikos.). Originado pela fantasia, que só existe na imaginação.
70) Fantoche: (do francês FANTOCHE.). Boneco movido por meio de arames ou cordéis ou com a mão. Títere, bonifrate. Usado muito como atores nos teatrinhos infantis, especialmente na Europa onde a arte no manejo destes bonecos e a fabricação esmerada, criaram uma ilusão perfeita da vida e a comicidade insuportável desses espetáculos.
71) Figurinista: desenhista de figurinos. Aquele que concebe o figurino de uma peça teatral.
72) Figurino: vestimenta dos personagens. Conjunto de vestimentas e seus acessórios, usados pelos atores em cena.
73) Gambiarra: luzes e / ou refletores de cores variadas, situadas ou na parte anterior do urdimento ou no teto da platéia, a alguns metros de distância do palco.
74) Gesto: movimento do corpo, especial da cabeça e dos braços, para exprimir idéias ou sentimentos ou para realçar a expressão. Mímica. Ação, ato.
75) Iluminação: a iluminação no teatro deve estar adequada às exigências do texto dramático. Possui três funções: A) iluminação das personagens em ação. B) iluminação dos ambientes criados pela cenografia. C) efeitos luminosos em geral.
76) Imaginação dramática: capacidade de perceber as possibilidades imaginativas, compreender as relações entre dois conceitos e captar a força dinâmica entre eles.
77) Imitação: representação que consiste na reprodução exata de uma pessoa, de um animal ou de uma ação.
78) Improvisação: resposta espontânea ao inesperado; é possível pelo desenvolvimento de habilidades do ator.
79) Interpretação: Jogo do ator em cena a partir do texto criado pelo dramaturgo. Há diversos métodos de interpretação, sendo os mais importantes o de Stanislavski e o de Bertolt Brecht.
80) Itinerante: grupo teatral que viaja. Andarilho.
81) Jogos: atividades que envolvem ação global – Corporal, Mental, Mnemônica, Emotiva, etc. – Para o desenvolvimento das reais capacidades do ator, eliminando possíveis bloqueios.
82) Laboratório Dramático: conjunto de práticas que o ator deve desencadear para aprimorar seu desempenho e aprofundar no entendimento do seu papel e do texto a ser encenado.
83) Mambembe: de pouco valor, de qualidade inferior, imprestável. Lugar recôndito, afastado.
84) Mamulengo: representação teatral de bonecos, por ocasião de festas, no nordeste brasileiro.
85) Maquiador: executor da maquiagem.
86) Maquilagem: restaura a cor e a forma do rosto sob a luz forte dos refletores.
87) Maquinaria: conjunto de maquinas; maquinismo. Mecanismo.
88) Maquinista: profissional que monta, desmonta e transporta cenários.
89) Marca: limite. Marco.
90) Marcação: ato ou efeito de marcar. Indicação e coordenação, pelo diretor dos movimentos e atitudes dos atores numa peça. Tais movimentos e atitudes. Diz-se de / ou lugar por onde os atores deveram andar. Colocação dos atores em cena.
91) Máscara: objeto que representa uma cara ou parte dela e usa no rosto como disfarce. Também, expressões faciais que caracterizam o personagem.
92) Memória emotiva: lembrança passada, alegre ou triste que leva à ação interior.
93) Merda: gíria usada entre os atores para desejar boa sorte antes do inicio do espetáculo.
94) Mimese: imitação.
95) Mimetismo: o fenômeno de tomarem vários animais a cor e a configuração dos objetos em cujo meio vivem. (teatro): simples imitação do real.
96) Mímica: conjunto de expressões fisionômicas que tem uma função paraverbal (comunicação de um sentimento ou sensação.). Gestos e movimentos faciais. Também é denominada linguagem de ação.
97) Monodrama ou monólogo: drama interpretado por um só personagem.
98) Pantomima ou pantomima: arte ou ato de expressão por meio de gestos, mímica, em que os atores se manifestam, prescindindo de palavras.
99) Papel: personagem criada para ser interpretada por um ator. As personagens participam da peça, construindo a fábula e conduzindo a matéria narrativa.
100) Patético: o que comove a alma despertando um sentimento de piedade ou tristeza. Que revela forte emoção. Apaixonado, trágico, sinistro, cruel.
101) Performance: desempenho; do ator ou do grupo em cada uma de suas exibições.
102) Pernas: são cortinas estreitas colocadas de cada lado do palco, paralelamente à boca de cena.
103) Personagem: cada um dos papéis que figuram no texto teatral e que devem ser encarnados pelo ator.
104) Ponta: pequeno papel, geralmente sem qualquer fala.
105) Proscênio: à frente do palco. O palco.
106) Protagonista: personagem principal. O conflito e a ação das demais personagens confluem para ela.
107) Quadro de luz: mesa de controle que permite acender ou apagar os refletores, variar sua intensidade e ligar simultaneamente a luz de diversos aparelhos.
108) Quadro vivo: cena apresentada por um grupo de pessoas como se fosse um retrato, isto é, sem movimento.
109) Representar: desempenhar papel em cena.
110) Ritmo do jogo cênico: é o ritmo em que se desenvolve todo o espetáculo segundo um tempo fixado por sua encenação. Esse tempo determina a velocidade da dicção, a relação entre texto e gesto, a rapidez das mudanças, o ritmo da ação, sua progressão contínua ou em partes fornecem o quadro rítmico geral do espetáculo.
111) Ritmo do texto dramático: é o retorno dos acentos sobre certas silabas. Quando os acentos seguem um esquema regular, o discurso adquire, além de uma organização Semântico-sintatica, uma cadência e um ritmo poéticos.
112) Ritmo: movimento ou ruído que se repete no tempo, a intervalos regulares, com acentos fortes e fracos.
113) Rito: as regras e cerimônias próprias da prática de uma religião.
114) Roteiro: Plano de seqüências de uma peça que descrevem uma montagem cênica ou uma improvisação, incluindo todos os aspectos da linguagem teatral: texto, ação, cena, marcação, sonoplastia, cenografia.
115) Rotunda: pano de fundo disposto em semicirculo no palco.
116) Rubrica: indicação dos movimentos e gestos com que o ator há de entrar em cena.
117) Saltimbanco: elemento de um elenco de artistas populares itinerantes.
118) Sátira: composição poética que visa censurar ou ridicularizar defeitos ou vícios. Escrito picante, maldizente ou crítico.
119) Satírico: diz-sedas peças de assuntos humorísticos que foram representadas após as tragédias gregas.
120) Símbolo: personagem de maior complexidade, que ultrapassa os limites da história apresentada por possuir atributos míticos.
121) Situação: momento do drama ou narração que provoca ou excita o interesse. Circunstância à qual alguém está ligado.
122) Sketch (esquete.): cena de caráter cômico, de curta duração. Geralmente parte de um ato de variedades ou de revista musical.
123) Sonoplasta: profissional responsável pela sonoplastia.
124) Sonoplastia: compreende a música, ruídos diversos. O som produzido durante um espetáculo pode ser obtido ao vivo ou através de gravações.
125) Subtexto: o mesmo que monólogo interior. Recurso de interpretação não explicita no texto, que o ator utiliza para determinar o pensamento do personagem, motivando-o em cada fala.
126) Teatro: (grego: teatron – Latim: teatrum.): lugar aonde se vai ver. De acordo com esse sentido a palavra teatro designa o edifício ou a sala onde as peças são levadas. Em sentido mais amplo, teatro abrange todas as atividades que concorrem para a montagem de um espetáculo. É a arte em que uma série de acontecimentos, que geralmente constituem um texto escrito chamado peça por atores que encarnam personagens.
127) Texto: palavras de um ator que constam de algum livro ou “script”. Texto de teatro é o que se apresenta sob a forma de diálogos, composto somente pela sucessão de réplicas das personagens, precedidas do nome daquele que as pronunciam.
128) Tipo: personagem que apresenta apenas um padrão de comportamento. Exemplo: avarento, fanfarrão, etc. quando esses traços são exarcebados, constituem personagens caricaturais.
129) Tragédia: narra a luta dos seres humanos contra a fatalidade, ou destinos adversos, a virtude e a nobreza dos sentimentos, o estoicismo, em face da morte, do luto, dos sacrifícios de vidas.
130) Travesti: disfarce no trajar. Individuo que, geralmente em espetáculos teatrais, se traja com roupas do sexo oposto.
131) Trilha sonora: seqüência de sons vocais e ruídos que fazem parte de uma peça teatral ou montagem cênica, sublinhando a encenação. O clima sonoro do espetáculo.
132) Urdimento: no palco dos teatros, o travejamento do teto e dos sótãos que fica por cima dele.

*Todas as palavras foram colhidas por Sandro Freitas.